Queremos continuar sendo ACREANOS
A deputada Perpétua Almeida entende que, ao explicitar que o habitante do Acre deverá ser chamado “acriano”, o Novo Acordo Ortográfico mexe nas raízes históricas e culturais do nosso estado e nossa gente. A nova regra, porém, deixou de considerar como variação lingüística a forma “acreano”, que há mais de 100 anos tem sido o padrão ortográfico usado para qualificar quem nasce no Acre, seja pelo poder público, pela imprensa e até pelos acadêmicos do Estado. Assim, o questionamento dos cidadãos do Estado do Acre é legítimo e representa a defesa de uma variação lingüística histórica.
Politicamente, o primeiro passo foi dado: uma reunião com os intelectuais do Acre, jornalistas e representantes do Governo do Estado, que em breve estarão manifestando este incômodo coletivo, oficialmente, aos membros da Academia Brasileira de Letras.
O site da deputada Perpétua Almeida abre este espaço para saber a sua opinião.
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